Um projeto lúdico-pedagógico visa integrar duas coisas que à primeira vista são antagônicas: o entretenimento e a educação. Portanto, faz-se necessária uma visão de sistema em que cada parte receba a importância devida e se busque uma integração produtiva entre elas. Caso contrário o que ocorre são brincadeiras que divertem, mas não educam, ou que nem isso conseguem.
Sobre projetos lúdico-pedagógicos:
14 de junho de 2009Adaptações de um meio narrativo para outro
13 de junho de 2009Adaptações de uma história de um meio narrativo para outro, mais tradicionalmente de um livro para um filme, são muito mais complexas do que simplesmente “filmar as cenas do livro”, mantendo os diálogos. Isso é sabido há mais de 2.000 anos.
O que é jogo
13 de junho de 2009Aparentemente, existe uma controvérsia sobre o aspecto de “jogo” do RPG. Em algumas definições o vemos tratado como “um jogo diferente”, que o “termo jogo é infeliz quando aplicado ao RPG” e até algumas definições que negam o aspecto de jogo do RPG, classificando-o como um método ou brincadeira para criar histórias.1 Para trazermos alguma luz a esta questão é interessante fazer uma breve incursão sobre algumas definições e conceitos de “jogo” num sentido mais amplo.
O que é Narrativa
13 de junho de 2009Já que estamos conversando sobre meios narrativos, resolvi colocar algumas breves definições do que seja narrativa. Temos uma noção intuitiva do que seja contar histórias, mas é bom ter alguns termos técnicos para brincar e o meu post anterior desse tipo sobre cultura fez sucesso. Logo… Como esse é um tema vasto que estudo, aguardem novos posts sobre narrativa.
Comecemos pela do professor Muniz Sodré que é bem didática:
Conto, novela, romance crônica
13 de junho de 2009Breve definição desses gêneros literários
Conto: história curta com poucas personagens com uma idéia central que é desenvolvida ao longo da narrativa. O conto tem um ou no máximo dois temas.
Arquétipo, estereótipo, padrão
13 de junho de 2009Desculpem a longa demora em escrever, estou com muito serviço e pouquíssimo tempo livre. Eu queria pesquisar antes de escrever, mas demorei tanto que o Rod nem deve se lembrar de que me pediu um post para clichês e estereótipos. Então vamos pela minha memória, pois extrapolando de um provérbio kung-fu: “antes feito que perfeito”.
Conhecimento: racionalismo X empirismo
13 de junho de 2009Este post é sobre duas fontes básicas de conhecimento: o racionalismo e o empirismo.
O racionalismo desconfia das informações fornecidas pelos sentidos, crendo que essas são por demais falíveis, que é muito fácil se enganar “ouvindo errado” ou “vendo o que não estava lá”. O caminho correto para o conhecimento seria o bom uso da razão. Um sistema racional elaborado a partir de premissas válidas traria o conhecimento real, a verdade.
Interatividade pede que se reconheça o outro
13 de junho de 2009Interatividade é um termo muito usado atualmente e com vários sentidos. Qual seria a diferença entre interatividade e interação, por que precisamos de uma nova palavra. Entendo, seguindo a definição do professor Marco Silva, que interatividade é uma interação em que há uma co-criação, uma produção conjunta entre as duas ou mais partes envolvidas. Isso implica em ver o outro, uma mudança de paradigma forte para nós.
O que é Crítica
13 de junho de 2009É comum termos uma visão negativa do termo “fulano só sabe criticar” , por isso surgiu a expressão “crítica construtiva”, mas criticar não é o mesmo que falar mal.
Vamos primeiro à definição do termo:
Crítica – a palavra crítica (do grego crinein) significa separar, julgar. A crítica é uma avaliação que julga o mérito estético de uma obra de arte, a lógica de um raciocínio, a moralidade de uma conduta etc.
TNI (Técnica de Narração Interativa), Pedagogia da Autoria e Educação Flexível
11 de junho de 2009A utilização de histórias interativas tipo RPG através do método de TNI para fins educacionais se fundamenta nas propostas da Pedagogia da Autoria e da Educação Flexível. A Pedagogia da Autoria busca a apropriação das mídias para a criação de conteúdos num trabalho colaborativo de docentes e alunos. Neste sentido, é interessante que a compreendamos como um processo em três etapas – exploração, experimentação e expressão:
* Exploração: busca de informações em diferentes fontes: livros, TV, internet etc.
* Experimentação: trabalhar as informações coletadas (comparar, analisar, debater com os colegas, extrapolar etc.)
* Expressão: autoria propriamente dita. Criação a partir das informações coletadas, analisadas e trabalhadas.